- quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Primeira Aparição de Zatanna - Outubro de 1964 - Revista Hawkman (Gavião Negro)

"A Garota que se divide em Duas!"

Em busca de seu pai, Zatara, Zatanna se divide em duas para poder ir à China e à Irlanda ao mesmo tempo, onde telepaticamente obteve evidências de seu pai. Porém acaba refém de bandidos e a única saída que encontra é avisar ao Gavião Negro e à Mulher-Gavião implantando pistas no Museu onde eles mantém as suas identidades em segredo.


- terça-feira, 30 de agosto de 2011


Zatanna - nº 1 - Julho de 2010

Minhas Impressões: La Planète Sauvage (Planeta Fantástico, 1973)

- segunda-feira, 29 de agosto de 2011
* Alerta de Spoiler: Este post discute livremente elementos de toda a trama do filme. Aqueles que não viram o filme e querem o ver antes, são encorajados a regressar depois de tê-lo visto. *


"O nosso planeta Yon possui um único satélite, Planeta Fantástico. Nós utilizamos este planeta desabitado para a meditação. Yon é dividido em vários uves. Dois dos uves, Strohm e Yaht, são naturais e simétricos..."

A partir dessa introdução irei comentar um pouco a respeito de um filme/animação que tive a oportunidade de assistir recentemente, "La Planète Sauvage", que seria traduzido literalmente como "O Planeta Selvagem", mas que recebeu o nome de "Fantastic Planet" e aqui no Brasil, Planeta Fantástico.

Esta foi uma animação dirigida pelo francês René Laloux em 1973 (pra falar a verdade esta foi a primeira vez que ouvi falar nesse diretor) e foi baseado na série de romance "Oms En Serie", de Stefan Wul.

Se trata de um trabalho bastante peculiar e pude observar que é frequentemente rejeitado pelos espectadores, que alegam que a animação é primitiva, sem sofisticação técnica de movimento fluido e integrado de ambientes isométricos.


No entanto, esta alegoria da regressão humana e do renascimento, que usa a convenção de ficção especulativa de simbolismo por escala (os Oms, que são seres humanos tratados como animais de estimação pelos Traags, alienígenas transcendentalistas gigantes e azuis) demonstra uma sofisticação psicológica e da tradição da arte que vai além das animações infantis da Disney e o método americano, é um estilo próprio.

Os Oms (seres humanos) se auto-destruíram em seu planeta, a Terra, e os que foram salvos agora estão em um estado que eu considero uma regressão, pois assemelha-se a algo como a Idade da Pedra e vivem agora no Planeta Yon. Os Oms domesticados vivem no Parque e nas casas dos Traags, já os Oms selvagens vivem além da curiosa e estranha floresta deste planeta. 


A condição humana no filme é determinada logo no início quando vemos uma mulher e seu bebê sendo feitos de brinquedo por crianças Traags. Isso me lembra quando um grupo de crianças se juntam para "caçar insetos", por exemplos. Acredito que analogia é essa. As crianças Traags acabam matando a mãe, e o bebê fica só. O bebê é descoberto mais tarde por dois Traags que passeiam, Tiva e seu pai, um dos mestres do planeta que tomam decisões em todos os âmbitos de sua sociedade.

Assim como a filha do Faraó encontra e adota Moisés na Bíblia, Tiva leva o bebê para casa e inadvertidamente acaba passando para a criança até a sua fase de adolescência importantes informações sobre os Traags, os planetas, etc. durante suas aulas que são lecionadas de forma subliminar por um dispositivo semelhante a um fone de ouvido. Vale ressaltar que neste planeta os seres humanos envelhecem bem mais rápido que os Traags, por exemplo uma semana nesse planeta foi o suficiente para que o bebê atingisse a fase de sua adolescência.


O ser humano foge levando o dispositivo que contém todo o conhecimento dos Traags e acaba se juntando a uma tribo de Oms, revelando todos os segredos e oferecendo subsídios para que os humanos possam revidar a maneira como são tratados neste planeta.

Embora existam muitas cenas surpreendentes nesta animação, o clímax é quando ocorre "Omization" (extermínio dos Oms com gás venenoso), e quando os Oms conseguem construir dois foguetes espaciais para a fuga desse planeta e acabam aterrissando no satélite que orbita Yon descobrindo um grande segredo dos Traags. Eles encontram grandes estátuas "decapitadas", como se fossem efígies esquecidas de uma civilização perdida. Este é o "Planeta Fantástico", e eles conseguem observar um conjunto de Traags vindos de toda a galáxia, encontrando-se neste local para o acasalamento e reprodução. Quando amadurecem, os Traags navegam para este campo como semi-deuses em esferas que flutuam como bolhas ou esporos e unem-se aos ombros da estátua, cada um no gênero apropriado. As estátuas, em seguida, começam a dançar em pares, em um ritual que permite a estes seres astrais o necessário para a reprodução e a continuação de sua espécie.

Em perigo de serem esmagados, as duas naves Oms acabam abrindo fogo com suas armas de raios, rompendo o ritual dos Traags e causando um caos em Yon, onde os Traags estavam em contato telepático com suas esferas. Confrontados com o desastre, eles imediatamente abrem negociações com os Oms e a paz segue, baseada em uma nova ordem: um satélite artificial chamado Terra (em homenagem ao seu planeta ancestral) é lançado e, doravante, ambas as culturas ficam livres para progredir em harmonia, mas com culturas espiritualmente independentes.

Para mim, a história foi surpreendente, um tanto sombria, porém sublime. As imagens do filme são fantasmagóricas, surreais e magníficas. É um exame acerca do racismo e intolerância. É grotesco, mas ainda assim gracioso. Uma visão alucinatória muito diferente de tudo que já vi.

Os gráficos são obviamente extraídos da tradição da pintura de galeria, composições estruturadas em termos de estase, espaço bidimensional, e o artifício simbolista dos surrealistas. O roteiro é conduzido através do simbolismo dos sonhos, e nas entrelinhas por história e política. A trilha sonora é bem psicodélica também, bastante apropriada ao contexto do filme.

A ficção científica da história é incrível, um verdadeiro deleite para aqueles apaixonados pelo gênero. O filme possui cenas de nudez inofensivas, mas nada que impeça toda a família de assistir. Recomendo.

- domingo, 28 de agosto de 2011

"Elfa arqueira" - Por Lili


"Gufa" - Por Lili

Haeckel’s Lacertilia: Formas artísticas na natureza

- quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Esta imagem mostra a dualidade de todas as ilustrações científicas. Descritiva, morfologicamente precisa para o bem da identificação juntamente com uma composição harmônica. Mostra um lagarto em sua pose arquetípica e ressalta sua relação familiar, unificando estes animais como um grupo.

Fonte: Scientific American
- quarta-feira, 24 de agosto de 2011


Ripley - Alien (Alien, o Oitavo Passageiro) - 1979, direção: Ridley Scott

La planète sauvage (Planeta Fantástico), 1973 (direção: René Laloux)


Inception: The Tourist


Poster: A Origem - Inception - (2010, dir. Christopher Nolan)

Inception: The Point Man


Poster: A Origem - Inception - (2010, dir. Christopher Nolan)

Inception: The Shade


Poster: A Origem - Inception - (2010, dir. Christopher Nolan)

Inception: The Forger



Poster: A Origem - Inception - (2010, dir. Christopher Nolan)

Inception: The Architect


Poster: A Origem - Inception - (2010, dir. Christopher Nolan)

Zatanna

- quinta-feira, 18 de agosto de 2011


Ladies and gentlemen: the show is about to begin!

Minhas impressões: Inception - A Origem (2010)

- segunda-feira, 15 de agosto de 2011
* Alerta de Spoiler: Este post discute livremente elementos de toda a trama do filme. Aqueles que não viram o filme e querem o ver antes, são encorajados a regressar depois de tê-lo visto. *


"A verdadeira inspiração é impossível de se falsificar".

Se for isso mesmo, então Inception é um dos filmes mais verdadeiros que já tive oportunidade de assistir. Christopher Nolan elaborou um filme brilhante, tanto narrativamente como tematicamente.

Você poderia inferir que falo isso pelo fato de ser uma garota com profundas tendências para a ficção científica e você pode até pensar que eu estaria predisposta a gostar deste filme de qualquer maneira. Mas não é só isso.

Nolan faz com que o seu público assuma um conjunto de regras, exceções locais e habilidades a fim de compreender o texto do filme, e sobretudo o seu "subtexto" fascinante. Essa obra magna exige concentração intensa, levantando ideias complexas, e envolvendo tudo o que um filme de ação tem de melhor.

A relação entre filmes e sonhos sempre foi, usando um termo da psicanálise, sobredeterminado. Desde os seu primeiros lampejos na época, Freud trabalhava na sua obra "A Interpretação dos Sonhos" e acreditava que os sonhos são compostos de "matéria primordial" do inconsciente e de eventos prosaicos da vida cotidiana. Se ele estivesse escrevendo agora, ele teria que reconhecer que os sonhos também são, para muitos de nós, feitos de filmes. E filmes, na maioria das vezes, são feitos de outros filmes, são inspirados em outros filmes.

"Inception" é visualmente interessante, tão repleto de alusões e citações como um documento de estudos ou artigos acadêmicos. Admiradores de "Blade Runner", de Ridley Scott e "2001: Uma Odisseia no Espaço", de Stanley Kubrick, vão encontrar em Inception seu lar (pelo menos eu senti isso).

Inception é como um devaneio, algo a ser refletido. O que significa dizer que o tempo, quase duas horas e meia de filme , passa rapidamente de tão agradável que é, e você vê algumas coisas que são bastante surpreendentes e espetacularmente bonitas: as cidades dobrando-se sobre si mesmas, os mapas tridimensionais, perseguições e lutas que desafiam as leis que regem o espaço, tempo e movimento.

É muito difícil de explicar o enredo do filme em sua profundidade. Primeiro porque essa deve ser uma tarefa individual, segundo que as cenas de sonhos do filme são marcadas pela utilização do chamado "totem" e são necessárias a fim de informar a um personagem e ao espectador se ele está ou não sonhando. 


Temos pessoas com papéis específicos no filme, como "O Arquiteto", "O Falsário", "O Químico". Além disso, os sonhos tem regras: morrer em um sonho obriga o sonhador acordar. Se nos aprofundarmos no sonho podemos cair em um sono eterno chamado "Limbo", utilizando memórias para a construção de sonhos o que se torna perigoso porque distorce a linha que delimita o sonho da realidade . Também, se intrometer nos sonhos de outros fará com que o sonhador tenha "projeções" (representações humanas criadas pelo sonhador) para atacar os invasores, como os glóbulos brancos (leucócitos) do sangue combatendo uma infecção. E essas explicações representam apenas uma fração da terminologia, regras, exceções ou detalhes que são necessários para criar esse mundo.

Mas não se trata de um filme confuso se você der toda a atenção. Há um monte de filmes que você apenas desliga o cérebro e curte "o passeio", numa espécie de estado vegetativo. Inception está longe disso: o espectador mantém a sua imaginação "ligada", apesar da quantidade de informações necessárias para entender as premissas e o enredo. É um filme construído sobre as possibilidades e a ousadia de buscar essas possibilidades.

Na sua essência, por trás da fantasia que define os mundos insanos da mente, Inception é um filme que gira em torno de roubo de informações. Esta é a força motriz por trás da trama. Leonardo DiCaprio interpreta Cobb, "O Extrator", que é o homem que entra nos sonhos de outras pessoas para roubar seus segredos. Cobb é contratado para roubar os segredos de Saito, interpretado por Ken Watanabe, um empresário que descobre os planos de Cobb e depois o contrata para invadir e plantar uma ideia na mente de outro sujeito, por motivos empresariais. Cobb aceita o trabalho com base em uma promessa de Saito, que é fazer com que ele possa voltar para sua família e rever seus filhos.


Cobb, em seguida, prepara-se para formar a sua equipe que é constituída por Joseph Gordon-Levitt como Arthur, "O Homem-ponto", Ellen Page como Ariadne, "O Arquiteto", Tom Hardy como Eames, "O Falsário", e Rao Dileep como Yusuf, "O Químico". Juntos o grupo é encarregado de implantar a idéia na mente de Robert Fischer Jr., interpretado por Cillian Murphy, o filho de um magnata da produção de energia, e principal rival de Saito. A história toma um rumo inesperado, quando a esposa de Cobb, Mal, interpretada por Marion Cotillard, continua a assombrar os sonhos Cobb.


O âmbito deste filme é impressionante. Mundos caindo em cima de outros, um trem de carga colidindo em uma rua da cidade, hotéis perdendo toda a gravidade, e tudo o que encaramos racionalmente como impossível parece algo completamente natural em Inception. Não é suficiente dizer que a fotografia é linda, ou que o design de som é sensacional, ou que este é um dos melhores trabalhos do compositor Hans Zimmer. É como ouvir belos solos misturados com hinos gloriosos.

Você pode ser o melhor diretor, mas você só chega longe se você se preocupa com os personagens. Em Inception, cada personagem não só tem uma habilidade particular e de tarefa, mas tem uma personalidade que espelha a sua descrição, e Nolan acertou nisso.

Isso não quer dizer que este filme é perfeito. Tanto quanto me dói dizer que há algumas falhas no diamante de Nolan. O final é provável? Talvez. Mas faz você pensar e questionar o que você acabou de ver. Algumas pessoas vão adorar, e outras odiar. Mas deixo registrado que eu simplesmente adorei.


Inception obteve várias indicações para o Oscar e na época eu estava torcendo muito para que ganhasse como melhor filme. Fiquei muito triste por ele não ter ganho, mas depois que assisti "O Discurso do Rei" (The King's Speech), eu até entendi (numa outra oportunidade falarei sobre este filme).

Recomendo Inception! Você nunca viu nada parecido e vai querer vê-lo novamente.

Inception: The Extractor

- quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Poster: A Origem - Inception - (2010, dir. Christopher Nolan)

Inception: The Mark


Poster: A Origem - Inception - (2010, dir. Christopher Nolan)

The dream is real


Poster: A Origem - Inception (2010, dir. Christopher Nolan)

- terça-feira, 9 de agosto de 2011

Alien (1979, dir. Ridley Scott)


Roy Batty (Rutger Hauer) - Blade Runner (1982, dir. Ridley Scott)


Jurassic Park (1993, dir. Steven Spielberg)

Lego: Wall-e



Uma janela para o passado...

- segunda-feira, 8 de agosto de 2011


Essa imagem me encantou. Ela se trata de uma propaganda da marca Shell datada de 1948 ("Window into Yesterday").


Arte: Frederick Siebel

Star Trek: Spock e Kirk

- domingo, 7 de agosto de 2011

(Leonard Nimoy e William Shatner)

X-Files: Dana Scully & Fox Mulder

Poster: Star Wars

- sábado, 6 de agosto de 2011

Fox Mulder & Dana Scully ♥

Pequena mudança na url do blog

Olá pessoal,

Gostaria de comunicar uma pequena mudança que fiz na url (endereço) do meu blog. Ela era "http://andhora-geek.blogspot.com" e agora passará a ser "http://andhora.blogspot.com".

Por que a mudança?

Na verdade não se trata de uma mudança. O meu primeiro blog era hospedado aqui no blogger e se chamava "http://andhora.blogspot.com" (quem me conhece de longa data sabe da história). Por uma fatalidade o perdi. Quando retomei meu blog, eu não podia utilizar o mesmo endereço, pelo menos por um período de tempo, porque ele já havia sido utilizado recentemente (regras do blogger).

Agora, ele foi liberado e já posso mudar. Então, o endereço do meu blog volta a ser "http://andhora.blogspot.com". Espero que compreendam a mudança, e se puderem/quiserem divulgar eu agradeço muito.

Obrigada!

Tem que haver uma explicação científica para isso!

Dana Scully (X-Files)


Poster: Cowboys & Aliens

Trinity - Trilogia Matrix

Sua origem e propósito são ainda um total mistério.
2001: Uma Odisseia no Espaço (A Space Odyssey) - 1968
- sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Positivo e negativo. Você é um bit, certo?
Tron: Uma Odisseia Eletrônica (1982)

Poster: E.T. - The Extra-Terrestrial (E.T. - O Extraterrestre)

Lego: Deuses Romanos - O deus Júpiter, sua irmã Juno e o astrônomo italiano Galileo Galilei que irão acompanhar a sonda espacial Juno.

Resting in Reading...
- terça-feira, 2 de agosto de 2011

Sim, ela é badass - Parte 4

- segunda-feira, 1 de agosto de 2011
4. Dana Scully (X-Files)


Acredito que X-Files (Arquivo X, no Brasil) foi a minha introdução aos seriados de ficção científica modernos. Isso aconteceu durante o tempo em que você não tinha como fazer download para saber o que aconteceu na sua série antes de todo mundo e antes que passasse no canal de seu país.

Lá em casa, Arquivo X era a conversa do dia seguinte com o meu pai: "o que aconteceu em X-Files?"... Segredos de Estado, invasões alienígenas, experimentos horríveis, misteriosas criaturas... era um prato cheio para discussões. 


A agente Especial Dana Scully é uma personagem fictícia na série X-Files (1993-2002) e em dois filmes para cinema baseado na série, interpretada por Gillian Anderson. Ela é uma agente especial do "Federal Bureau of Investigation" (FBI), nos Estados Unidos, sendo parceira de trabalho de Fox Mulder.


Scully é uma escolha óbvia que retrata um caráter forte e inteligente do sexo feminino. Se você segue o senso comum de que as mulheres tem a predisposição para serem mais sentimentais, mais caprichosas e menos racionais, Dana Scully está aí para derrubar esse argumento falacioso.

Comparada à seu parceiro, o agente especial Fox Mulder, Dana Scully é mais lógica e cética. Ela pode ser considerada o "cérebro" das investigações, sempre apresentando uma base científica em busca da verdade. Mulder olha para um fato apostando no desconhecido, já Scully acredita que a ciência que irá desvendar todos os mistérios em dado período de tempo, mesmo quando ela própria não consegue explicá-los. É a lógica versus a fé. E a parte mais fantástica nesta relação é que não é uma mulher que está apresentando angústia emocional, mas sim, um homem!


Mulder tem seus próprios problemas e eles são expostos logo nos primeiros episódios. Já quando se trata de Dana Scully, a série leva mais tempo para revelar aspectos de sua vida. Este é um belo exemplo de uma outra teoria de gênero sendo invertida: neste mundo o homem é um livro aberto, a mulher um túmulo selado.

A ciência não teme em estar errada. Scully suporta esta afirmação, tanto em suas ações (lealdade eterna a Mulder, bem como respeitando suas teorias e crenças baseadas em memórias e sobre fatos eventualmente dispersos) e em suas palavras. Scully é teimosa, mas de mente aberta o suficiente para admitir quando algo ou alguém tem uma solução melhor, uma maneira melhor e mais eficiente de levar a justiça a uma situação.


Scully envolveu-se em três profissões: física, medicina e agente do governo. O que você pode esperar de uma mulher com tamanha bagagem de conhecimento? No mundo dos Arquivos X não há "mulher" ou "homem", em vez disso, há chances ilimitadas para ambos os personagens atravessarem as fronteiras de gênero. Scully não tem medo de se apoiar em Mulder e Mulder, por sua vez, não tem medo de sentir a necessidade de se apoiar em Scully.

Não há vencedores nem vencidos entre Mulder e Scully, nada de "sexo mais frágil". Existem seres humanos e extraterrestres. Existe o mundo de possibilidades do Arquivo X.

Dana Scully cruza a linha que ela não sabia que existia e todos nós nos sentimos mais do que felizes por atravessar esse "outro lado" com ela.

Scully é a maior lenda feminina das séries de TV. Ela não é uma heroína de ação comum. Além das habilidades de combate, ela possui uma abordagem científica implacável, inteligência e força de vontade.

Eu segui suas aventuras por nove anos fantásticos (com alguns quebra-molas no caminho), mas ela é uma grande mulher que nos ensinou muito sobre como encarar os fatos quando a ciência não consegue explicar, e também como encarar o amor.

Back to Home Back to Top