Sim, ela é badass - Parte 3

- segunda-feira, 25 de julho de 2011
3. Hit-Girl (Kick-Ass)


Você acha que entrando em uma briga com uma garotinha de 11 anos, você ganharia facilmente? Bem, se você está falando sobre a Hit-Girl, então estaria errado, porque estaria caído antes que desse o primeiro soco.


Hit-Girl é uma personagem da história em quadrinho "Kick-Ass", criada por Mark Millar e John Romita Jr e que nos cinemas foi interpretada por Chloe Moretz.

Hit-Girl é uma lutadora habilidosa e brutal que ao contrário da maioria das garotas de sua idade, se interessa muito por armas e sabe lidar com o perigo e a morte.


Hit-Girl gosta de Hello-Kitty, quadrinhos e filmes de Clint Eastwood e John Woo. São poucos os momentos em que você a vê interagindo com outras meninas de sua idade e muitas vezes ela provou ser muito mais madura no combate ao crime do que o próprio Kick-Ass.

Ela também é muito determinada, sendo treinada exaustivamente por seu pai (Big Daddy). A garota foi treinada tanto para aprender a levar tiros (com um colete a prova de balas, claro), como também na luta corpo a corpo e luta com armas. Foi exatamente essa educação que o pai dela a ensinou que a tornou particularmente brutal e impiedosa.


Ela veste um traje de super-heróis estilo improvisado e empunha um par de katanas. Também carrega uma coleção de pequenas lâminas de arremesso. Ela também é muito hábil no uso de lança-chamas.

Sim, ela é badass - Parte 2

- sábado, 23 de julho de 2011
 2. Trinity (Trilogia Matrix)


No primeiro contato que temos com Trinity (interpretada por Carrie-Anne Moss), a vemos derrotando seis tiras e depois voando pelo ar em meio a estilhaços de vidro na janela do prédio. Até que você possa sair da Matrix e começar a criar sua própria realidade, você não tem chance em um combate com Trinity.

Trinity é uma programadora e hacker que escapou da Matrix, um programa de computador sofisticado em que a maioria da raça humana está aprisionada. Embora poucos detalhes são revelados sobre sua vida ainda dentro da Matrix, sabemos depois por Morpheus que ela descobriu e ajudou a escapar do programa Matrix. No início, ela é a primeira companheira de Morpheus na nave Nabucodonosor e serve como uma intermediária entre ele e as pessoas que ele deseja livrar da Matrix. Durante o avanço da trilogia ela se torna ainda mais importante por causa da sua estreita relação com Neo.


Trinity mostra-se altamente competente em muitas habilidades tanto dentro como fora da Matrix, o que inclui artes marciais, uso do computador, manuseio de armas de fogo e outras armas e funcionamento de uma gama de veículos. Outras habilidades são treinadas ou inerentes a ela.


Trinity é especialmente qualificada no uso de carros e motocicletas, mesmo em comparação aos outros hackers. No primeiro filme, ela pilota um helicóptero Bell 212 e consegue manter o controle mesmo depois do seu sistema hidráulico ser danificado. Em Matrix Reloaded, ela pilota uma moto Ducati 996 em uma perseguição angustiante.


No combate, tanto armado quanto "mãos limpas", ela também se destaca. Várias vezes durante os três filmes, ela derrotou um grande número de adversários bem armados, seja sozinha ou com a ajuda dos outros. No entanto, suas habilidades de combate são insuficientes para mantê-la firme quando o assunto é Neo.


E outra coisa: não são muitas mulheres que conseguem fazer isso tudo e ainda vestir-se tão bem como ela e seu sobretudo e outros trajes de couro brilhante (eu amo seus óculos escuros).

- sexta-feira, 22 de julho de 2011

Minnie - nº 02

Quero ser um eremita

- quinta-feira, 21 de julho de 2011
Às vezes gosto de ouvir a TV porque as vozes parecem ser tão suaves. Alguém está falando, mas não estão falando comigo. Não preciso responder, agir,... Apenas ouvir. Às vezes tenho vontade de ficar em casa o tempo todo, deitada no sofá, desdenhando todo o drama e sofrimento para fora de casa ou para além da tela do computador. Mas aí, então, eu tenho essa sensação estranha, como se eu quisesse o problema, a atenção, o prazer, a estimulação. Eu gostaria de poder fugir de tudo. Quero ser um eremita!

Uma floresta me parece um bom local.

Eu gostaria muito de ser uma pessoa sociável, mas após uma análise achei que é mais adequado ser um ermitão. O sentimento não é apenas de agora, mas desde pequena. Só que eu não tinha noção disso na época.

Lembro de uma propaganda que me deixou encantada. Não lembro bem o ano. Talvez eu tivesse meus 5 ou 6 anos. O fundo era uma floresta. O verde era brilhante e bonito, mas a cor real da floresta deveria ser mais escura.

Eu queria estar lá.

Eu não pensei mais sobre isso depois. Cresci, penso em receber meu diploma... penso no meu trabalho futuro e numa família a ser construída. Penso neste momento. Mas eu esqueci desse sonho.

Acho que ser um eremita é como viver em uma floresta. Sem computador, sem luz, sem televisão e sem telefone, mas posso me acostumar com isso em um ano. Construo uma casa, faço uma cama. Vou ver o sol nascer e se pôr todos os dias. Vou para a cama quando estiver ficando escuro. Leio livros e procuro alimentos durante o dia.

Terei que obter fogo naturalmente. Terei que lidar com as cobras e feras. Isto pode ser o mais difícil, porque sou um pouco medrosa quando se trata de cobras. Tenho medo de cobras. Tenho medo da dor. Deve ser ainda mais dolorosa a mordida de um animal silvestre.

A floresta é um lugar bonito, mas também perigoso. Pronto! Isso acaba de me fazer incapaz de alcançar o meu sonho. Estou triste.

Estou preocupada com o fato de não conseguir suportar as dificuldades.

(Meu sonho é apenas um sonho.)



Imagem via: hermit house

Sim, ela é badass - Parte 1

- quarta-feira, 20 de julho de 2011
Os homens na maioria das vezes são os candidatos à "durões" nos filmes, séries, livros, etc., mas as mulheres tem a sua cota também. Nem todos os personagens femininos de um filme estão apaixonados por um Hugh Grant da vida ou querem dar à luz a prole de um vampiro cintilante. Essas personagens duronas são uma lição para algumas mulheres: você pode ser durona sem perder sua graça e sensibilidade feminina.

Ao longo do tempo, irei selecionar algumas das mulheres que considero mais incríveis, seja no cinema, quadrinhos, séries, que me servem de inspiração e exemplo.

Vamos à primeira!


1. Ellen Ripley (Quadrilogia Alien)


Talvez muita gente já suspeitava que ela iria ser a primeira, mas ela merece!

Ellen Ripley é interpretada pela atriz Sigourney Weaver e acredito que o fato dela ser a heroína-durona do primeiro filme e de toda a quadrilogia alien deve ter apresentado muita discussão e surpresa.


Ripley, a única sobrevivente do ataque alienígena na nave Nostromo, desperta meio século depois, quando ela é encontrada por uma nave de salvamento. O tratamento dado a ela pela "Companhia" está longe de ser acolhedor, já que eles se recusam a acreditar em sua descoberta da existência de alienígenas, achando que está maluca e tirando sua licença de oficial. Ripley também descobre, para seu horror, que o planeta LV-426, onde sua equipe tinha encontrado o alien pela primeira vez, é agora colonizado pela empresa. Mas quando todo o contato do planeta está perdido Ripley é chamada de volta à ação novamente como uma conselheira para uma equipe de fuzileiros. Para se livrar de seus pesadelos recorrentes sobre a criatura alienígena, Ripley se prepara para uma batalha final com os monstros e desta vez, existem centenas deles.


Ripley sabe lidar com rifles e lança-chamas, matou um alien-rainha e ainda se sacrificou, o que torna sua inclusão aqui obrigatória. Qualquer pessoa (homem ou mulher) que pode matar um alien deve ser considerada muito durona.
- terça-feira, 12 de julho de 2011

Minhas Impressões: Quadrilogia Alien - Aliens (1986) - Parte 2

* Alerta de Spoiler: Este post discute livremente elementos de toda a trama do filme. Aqueles que não viram o filme e querem o ver antes, são encorajados a regressar depois de tê-lo visto. *


O filme "Aliens" (1986) dirigido por James Cameron é na minha opinião um dos filmes de alienígenas mais bem feitos de todos os tempos.

O que faz de "Aliens" um clássico é como brilhantemente o filme consegue manter o seu poder de alta tensão sem comprometer a história e os momentos pessoais envolvidos na trama. É simplesmente incrível.

"Aliens" é continuação do filme "Alien" (1979 - Ridley Scott), que na época, e ainda hoje, foi uma experiência cerebral que assustou com sua atmosfera paranóica. "Aliens", por outro lado, se vale na emoção e no poder de fogo.

O filme traz de volta Ellen Ripley (Sigourney Weaver), a única sobrevivente do primeiro filme, que se colocou em sono criogênico e apenas se acordou depois de meio século ou algo assim.

Despertando para um novo mundo, Ripley é informada de que o planeta alienígena onde a criatura alienígena aterrorizou a nave comercial do primeiro filme, vem desde então sido colonizado pelos humanos.

Ripley é convidada a voltar ao planeta alienígena como uma guia para verificar o porquê de não estarem mais recebendo sinal dos colonos. Ela é hesitante no início, mas finalmente concorda em ir, devido sua necessidade de resolver assuntos inacabados. A maior parte da equipe de resgate é composta por fuzileiros, incluindo Hicks (Michael Biehn), Hudson (Bill Paxton), e o comandante inexperiente Gorman (William Hope). Assim que a tripulação aterrissa no planeta eles se deparam com um ambiente inóspito. Todos os colonos ou estão mortos, ou sendo utilizados como alimento, ou estão sendo usados ​​como "aparelhos" de reprodução pelos aliens!


No momento em que o público conhece a equipe de resgate torna-se claro que este vai ser um filme muito diferente do esforço de Scott, onde a tripulação da Nostromo tinha sido um grupo despretensioso. A tripulação da sequência é um bando de fuzileiros armados até os dentes e prontos para aniquilar os alienígenas. Ou assim eles pensam.

"Aliens" é o título perfeito para este filme. Considerando que o primeiro foi chamado de "Alien", devidamente denotando a única criatura alienígena no filme. No segundo os "Aliens" estão por toda parte: no teto, ao longo das paredes, e nas sombras. Os alienígenas são assustadoramente reais no físico e em suas expressões (se é que podemos chamar de expressões). Eles se movem com a velocidade de cobras e mata com a ferocidade dos tigres, mas o que realmente o torna um adversário formidável é a sua astúcia.

Este filme é assustador e cheio de suspense. A cenografia e iluminação sombria é complementada perfeitamente com a genialidade de Cameron. Ele sabe que os monstros mais assustadores são aqueles que realmente não temos muito ideia de como são, e assim nunca revela muito dos aliens, que tende a obscurecê-los ou permite apenas vislumbres fugazes.


O som também é usado com maestria no filme: o vento uivante, as pegadas estranhas e calafrios, o movimento dos passos alternados com batimentos cardíacos, aumento na intensidade e velocidade quando os aliens estão próximos; o som é sutilmente utilizado para exacerbar a tensão, especialmente quando Ripley e Newt (a garotinha, única sobrevivente encontrada no planeta colonizado), estão presas em uma sala de laboratório com um parasita.

É um dos meus filmes favoritos, talvez não tão original quanto seu antecessor, mas é muito bem executado. Fantástico no roteiro, direção, efeitos especiais (vencedor do Oscar de efeitos especiais).

Mas no final, Aliens é sobre a emoção e não apenas a alegoria de efeitos. É simplesmente deliciosamente devastador e cheio de revelações.


Mais para frente irei comentar sobre o terceiro filme, Alien³.

Minhas Impressões: Quadrilogia Alien - Alien (1979) - Parte 1

- sexta-feira, 8 de julho de 2011
* Alerta de Spoiler: Este post discute livremente elementos de toda a trama do filme. Aqueles que não viram o filme e querem o ver antes, são encorajados a regressar depois de tê-lo visto. *


A quadrilogia Alien (Alien [Alien - O oitavo passageiro], Aliens, Alien³ e Alien Resurrection [Alien - A ressurreição]) cada filme composto por um diretor diferente e todos estrelados pela grande Sigourney Weaver, foram reunidos em um box, The Quadrilogy Alien, e tive a oportunidade de assistir aos quatro filmes.

Eu tinha vagas lembranças de quando eu tinha assistido pela primeira vez esses filmes. Obviamente na época eu havia achado assustador. Hoje, já tive um novo olhar a respeito dos filmes.

O Alien original, feito em 1979 por Ridley Scott, foi um avanço tecnológico brilhante de "filme de monstro", um híbrido surpreendentemente intenso de horror e ficção científica, construída sobre uma base sólida de desenvolvimento do caráter e a imaginação de um futuro bastante realista. Os passageiros da nave Nostromo, encontram o alienígena pela primeira vez e tentam lidar com a sua natureza agressiva e estrutura física quase indestrutível.

Em 1986, Aliens, dirigido por James Cameron, conta a história de uma unidade de fuzileiros que é enviada para erradicar os alienígenas de um assentamento humano isolado, foi uma continuação inspirada nos conceitos apresentados no primeiro filme. Entre os seus muitos atributos, tem uma variedade de emoções: existe a missão de reconhecimento do covil dos alienígenas, o tiroteio em massa, a batalha entre a heroína (Ripley) e o "Alien-mãe", e a cena mais angustiante de todas, em que a Ripley e uma menina estão presas em uma sala fechada com dois alienígenas.

Também tem Alien³, dirigido por David Fincher, em 1992, e Alien Resurrection, dirigido por Jean-Pierre Jeunet em 1997. O filme de Fincher é bizarramente sangrento. O filme de Jeunet é igualmente bizarro, porém possui uma sátira sofisticada, própria do diretor.

Irei começar falando um pouco sobre o primeiro filme da série, Alien.


Alien tem uma atmosfera intensa. Em muitos aspectos Alien foi o primeiro da espécie. Verdade, ele não foi o primeiro filme que se passa no espaço que caracteriza um monstro homicida, nem é o primeiro em que um grupo de personagens são caçados por um monstro em locais escuros e úmidos. No entanto, este "filme de horror no espaço" foi um dos primeiros a efetivamente polinizar a ideia de cruzar o gênero terror e ficção científica. Alien se tornou modelo para dezenas de filmes e estimulou três continuações. Nenhuma produção conseguiu chegar tão perto do que os cineastas alcançaram com os recursos tecnológicos de 1979 e essa é um das principais características de Ridley Scott.

Além do gráfico de horror misturar-se com a ficção científica, Alien tem outra distinção: é um dos primeiros filmes a retratar um herói de ação do sexo feminino! (E isso me deixa muito orgulhosa) Ainda hoje, nas raras ocasiões em que uma mulher assume a liderança em um filme de ação/aventura, ela geralmente é feita e interpretada aos moldes da personagem Ellen Ripley, de Sigourney Weaver. Grande parte da reputação Ripley é baseada em acontecimentos com Aliens, onde ela revida contra as criaturas com sentimento de vingança.


Em Alien, Ripley é essencialmente apenas uma dos vários membros da tripulação, até o final, quando ela é a última da tripulação (sem contar o gato Jones). Ter Ripley como o herói de Alien foi um desafio interessante, porque na época, em 1979, os telespectadores automaticamente esperavam que o papel fosse preenchido por Tom Skerritt.

A forma como Scott meticulosamente levanta a sensação de ameaça e tensão é digna de Hitchcock. Essa atmosfera encharca nossa imaginação e aumenta os pesadelos com o alien. Scott cuidadosamente restringe a nossa visão da criatura. Só vemos relances, partes, mas nunca o alien por inteiro. Até mesmo uma cena que possuía uma visão completa do alien foi cortada do filme (como pode se ver nos extras do DVD).

Alien começa de forma lenta e calma, introduzindo-nos à tripulação da Nostromo, uma nave de reboque espaço-comercial em um curso de retorno à Terra, carregada de minério. Eles são em número sete: o capitão, Dallas (Skerritt); Ripley (Weaver), tenente-oficial da nave; Lambert (Veronica Cartwright); o oficial das ciências, Ash (Ian Holm), que na verdade é um andróide; Kane (John Hurt), que é dotado de humor negro; Brett (Harry Dean Stanton) e Parker (Yaphet Kotto), os encarregados de extrair o minério.


Durante as cenas iniciais do filme, há um senso de normalidade sobre as atividades da tripulação. Para eles, este é um trabalho enfadonho, estão ansiosos para chegarem em casa e receberem o seu dinheiro. Os perigos do espaço estão longe de suas mentes, e, como resultado, da nossa. Aqueles que acreditam que o início de Alien é maçante não tem a mínima noção de que às vezes é necessário um ritmo um pouco letárgico para que o resto do filme seja eficaz.

Depois de receber um sinal de socorro possível de um planeta aparentemente desabitado, Dallas, Kane e Lambert decidem investigar. Na superfície inóspita, eles se deparam com o que parece ser uma nave espacial que caiu. Dentro, eles encontram uma câmara cheia de ovos. Quando Kane está analisando, o ovo abre e surge uma criatura que lança-se em Kane, perfurando um buraco através de seu capacete de proteção, enroscando sua cauda na garganta. Dallas e Lambert levam o homem inconsciente de volta à nave, onde Ripley tenta impedir que eles entrem, citando os regulamentos de quarentena. Ash, no entanto, abre a porta para deixá-los entrar e Kane é levado para o laboratório médico, onde Ash determina que seria muito perigoso a retirada da forma de vida do seu rosto. Eventualmente, porém, a criatura sai por si só, aparentemente morta. Kane retorna à consciência e tudo parece estar bem.


Em seguida, vem o jantar fatal, em que ocorre, entre engasgos, sufocamento e muita dor, a saída sangrenta do alien de dentro da pessoa, que é sem dúvida a cena mais comentada do filme. A criatura explode em seu peito e foge para a dutos de ar, deixando para trás o corpo morto de Kane. O resto da tripulação monta uma equipe de busca na nave Nostromo, através dos corredores claustrofóbicos e escuros, com o alienígena aniquilando um por um. E a cada nova vítima, ele cresce maior e mais forte.

Alien é capaz de dar sustos genuínos. Não são meros "buuuus" momentâneos, quando algo salta das sombras acompanhado por um barulho alto e crescente, mas são choques legítimos. A primeira ocorre quando o bicho pula fora do ovo e se instala em Kane. A segunda é quando o alien explode do peito de Kane. Então, durante a caça do alien existem muitos outros. De fato, o nível de suspense durante os 30 minutos finais do filme tornam-se quase que insuportáveis.


O elenco de Alien é composto por atores incríveis, incluindo Ian Holm (Carruagens de Fogo), John Hurt (1984, O Homem Elefante) e Sigourney Weaver (Os Caça-Fantasmas, Nas Montanhas dos Gorilas, Avatar) que ganharam vários aplausos da crítica e indicações ao Oscar.

Outras estrelas de Alien são os designer de produção, Michael Seymour e o designer da criatura alienígena, H.R. Giger. Seymour moldou o cenário perfeito para a criatura: um labirinto de escuridão, passagens de pesadelo que enfatizam a sensação de claustrofobia e tensão crescente.


A criação de Giger é de um terror sem precedentes e representa uma das visões mais memoráveis ​​que já apareceu em um filme de ficção científica. Com seu corpo metálico, meio réptil e fileiras de dentes afiados pingando saliva, a figura de alien causa um impacto terrível.


Alien pode não ter sido totalmente original em sua abordagem, mas a aceitação generalizada do filme tornou-o um modelo para todo um sub-gênero.

Na segunda parte do post, falarei sobre o segundo filme da franquia, Aliens.

Minhas impressões: Falling Skies - 3. Prisoner of War

- terça-feira, 5 de julho de 2011
* Alerta de Spoiler: Este post discute livremente elementos de toda a trama da série e poderá conter alguns spoilers. Aqueles que não viram e querem a ver antes, são encorajados a regressar depois. *

Fiquei me perguntando o porquê dos alienígenas usarem dispositivos-parasitas como forma de aprisionamento e controle dos adolescentes:

1) Os adolescentes são mais fortes do que as crianças, mas não tão perigosos quanto os adultos.
2) Se você pegá-los enquanto ainda jovens, à medida que crescem até a idade adulta eles ficam mais fáceis de controlá-los.
3) Os alienígenas precisam de mão de obra para suas missões de limpeza.

Ok, a terceira teoria não é tão provável, com certeza eles serão usados para muito mais do que simplesmente o recolhimento de entulho, mas isso foi algo que eles abertamente mostraram nesse último episódio.

Os alienígenas sem dúvida não chegaram aqui para iniciar um "Programa de Reciclagem". Parece-me que para os Aracnos (ou Skitters), os adolescentes seriam a força de recrutamento ideal, pois estão prontos para trabalhar e ainda tem uma longa vida de trabalho escravo.

Ainda assim, a resistência está conseguindo algum progresso, ou assim parece, tanto na parte da retirada do parasita da coluna dos escravos quanto também na frente de resistência.


Existe um grupo de resistência não-organizada, com várias células ativas em todo o país, e o Doutor Michael Harris, que entra em campo, pode ter uma pista para a extração dos parasitas. No entanto, eles precisam de um voluntário, e Tom permite que utilizem seu filho para este propósito. Porém eles não são bem sucedidos no resgate de Ben, mas conseguem pegar o filho do combatente Anthony. Tom consegue abater um Aracno ainda vivo, e se refere a ele como um "prisioneiro de guerra".


A comida é um dos maiores problemas enfrentados pela Resistência, pois eles mal conseguem pegar mantimentos para manterem-se. E é nesse contexto que John Pope, o prisioneiro do segundo episódio, se torna cozinheiro do grupo, pois ao que parece, além de assassino e caçador, ele é um excelente cozinheiro, devido aos treinamentos e a experiência em cozinhar para algumas centenas de presidiários na sua época de preso.


Eu gosto da maneira como o Pope está lentamente provando o seu valor para o grupo, graças à sua variedade de habilidades. Talvez ele irá, eventualmente, ser utilizado nos combates, se bem que ele não é uma pessoa muito confiável. Mas o fato é que todo grupo precisa de um sobrevivente durão.

Desta vez, vimos os Aracnos (Skitters) e os Mechs em plena luz solar, e eles realmente pareciam muito bons (com algumas ressalvas), e os Mechs me lembraram um pouco o ED-209 de Robocop.

Foi um episódio bastante sólido, com algumas cenas de ação boas, sem mencionar o final, que foi de arrepiar.

- domingo, 3 de julho de 2011

Em um quarto de motel em Roswell, Novo México, Mulder e Scully se preparam para dormir e conversam. A música final de Arquivo X consiste em um toque melódico que começa no meio da conversa, quando Scully tenta tranquilizar Mulder, que sente que foi derrotado pela verdade da iminente invasão alienígena.

Scully:
Você diz que você falhou, mas você só falha se você desistir. E eu sei que você -- você não pode desistir. É o que eu vi em você quando nos conhecemos, é o que me fez segui-lo, por que eu faria tudo de novo.

Mulder acaricia Scully e se abraçam.

Talvez haja esperança
, diz ele.

Nunca esquecerei essa cena.

Isso sempre acontece comigo também...
- sábado, 2 de julho de 2011

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