Livro para Colorir: Revolta dos Robôs

- sábado, 26 de fevereiro de 2011

Darei livros assim para meu futuro filho colorir.
- sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Sonhei que via o universo todo colidindo. Tudo começava com a lua colidindo com a Terra e logo todos os planetas giravam loucamente se atirando uns contra os outros. Eu apenas fiquei lá observando isso acontecer sem interrupção e estava paralisada de medo. Eu não conseguia desviar o olhar, mas também não podia fazer nada para impedir.
- quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011


A Mulher-Maravilha é a maior super-heroína de histórias em quadrinhos de todos os tempos. Nenhuma outra personagem feminina manteve-se de forma tão consistente, desde a Segunda Guerra Mundial. A Mulher-Maravilha já tem mais de 70 anos desde sua criação. Ela inspirou, intrigou, e divertiu gerações. Uma mulher a frente de seu tempo e que deve servir de exemplo para todas as mulheres.

Nota acadêmica: O efeito sonoro acima é pronunciado "FOOM"!
O terceiro "o" é mudo! - Stan

Stan Lee: Sempre informativo.

Batman vs. Carmen Sandiego

Hera Venenosa (Poison Ivy), Bruce Wayne e Arlequina (Harley Quinn) - DC Comics

Arlequina (Harley Quinn) - DC Comics

Minhas Impressões: Laranja Mecânica (A Clockwork Orange, 1971)



"Laranja Mecânica" (Clockwork Orange) não é um filme fácil de se absorver. Curiosamente, o sexo e a violência neste filme são mais fáceis de se digerir do que a sátira afiada proposta pelo diretor Stanley Kubrick ao abordar a questão da desumanização das pessoas.

O título do filme é polêmico e, na minha interpretação, ele faz alusão a:

* Um mecanismo de relógio (mecânico, artificial, robótico), ser humano (cor laranja? - Semelhante ao de orangotangos? Uma criatura peluda como um macaco, talvez?), ou
* Algo bizarro e mecânico internamente, mas aparentemente natural, humano e normal superficialmente (?)

O filme é assustador, arrepiante e torturante, um verdadeiro jogo de moralidade que levanta muitas questões e nos faz intrigantes indagações:

"Como o mal pode ser erradicado na sociedade moderna?";

"Se o Estado pode privar um indivíduo de seu livre arbítrio, tornando-o "Uma Laranja Mecânica", o que isso diz a respeito do pesadelo, tecnologias de modificação de comportamento, de punição e crime?";

"Não perderemos a nossa humanidade se formos privados da escolha entre o bem e o mal?";...

A imagem de abertura memorável é uma marca do estilo de direção e produção de Stanley Kubrick: uma imagem em perspectiva íntima dos olhos azuis e do rosto sorridente do jovem entusiasmado e violento Alex DeLarge (Malcolm McDowell), usando um chapéu e com um falso cílio adornando o seu olho direito. Suas abotoaduras parecem globos oculares a fitar-nos.



Alex representa o líder anti-heróico e majestoso Alexandre, o Grande, mas neste caso, "A-lex" - um homem sem lei. "A-lex" significa literalmente "sem lei". Os droogs (membros de sua gangue) possuem nomes russos, por exemplo, Dim é provavelmente uma versão abreviada de Dimitri.

Laranja Mecânica é contado em três atos. O cenário é uma cidade fictícia situada em algum momento do futuro próximo. A criminalidade é pulsante nessa sociedade e as prisões são tão lotadas a ponto de atingir níveis de emergência. Gangues de jovens perambulam pelas ruas, entrando em um reino sem controle de terror (horrorshow). Qualquer azarado que cruze o caminho deles pode ser estuprado, assaltado, espancado, assassinado, ou uma combinação destes.

O governo, ansioso para limpar as prisões, testa um novo método de reabilitação. Ao expor um prisioneiro a inúmeras imagens de sexo e violência enquanto bombardeia seu corpo com drogas que causam ondas nauseantes, os médicos são capazes de desenvolver uma resposta negativa e repulsiva da cobaia às atividades imorais e ilegais. Assim, os atos contra a sociedade se tornam intrinsecamente ligados a uma doença insuportável, e essa lavagem cerebral feita no criminoso é capaz de gerar a re-inserção social e produtiva, tornando-o uma espécie de zumbi.

Alex DeLarge (Malcolm McDowell) é o líder de um quarteto de "droogs" que passam suas noites envolvidos em uma série de atividades repugnantes. Eles espancam bêbados desamparados, invadem casas e estupram as mulheres e brigam com gangues rivais. Um dia, porém, atritos se desenvolvem no grupo. Dois dos quatro integrantes, Dim (Warren Clarke) e Georgie (Marcus James), manifestam a falta de vontade de continuar a seguir cegamente a liderança de Alex. Sua resposta é negativa a ambos. Então os droogs resolvem se vingar de Alex o entregando a polícia. Ele é julgado, condenado e sentenciado a 14 anos de prisão.

Na prisão, ele desempenha um papel de um prisioneiro modelo, ganhando a confiança do padre que ensinava religião, porém Alex continua o mesmo desvirtuado de sempre. Depois de saber sobre o programa do governo de reabilitação experimental, ele se torna um candidato. Alex acaba sendo selecionado e submetido ao procedimento, em seguida, enviado de volta e desamparado no mundo violento do qual ele foi produto. Logo ele se torna uma peça utilizada pelo governo.

Muitos que assistiram "Laranja Mecânica" ficam sem entender o que isso significa. E para aqueles que tomam tudo apresentado na tela de uma maneira direta, uma certa confusão terá.

Mas assim como em "1984" de George Orwell e outras sátiras políticas futuristas, Laranja Mecânica é para ser entendido como uma peça alegórica: ora humor negro, ora drama. O filme tem como objetivo denunciar métodos ineficazes e desumanos, muitas vezes concebidos pelos governos para conter o comportamento criminoso. Depois há a questão de refletir se é correta a remoção do livre-arbítrio que destrói a humanidade essencial de um indivíduo.

O Estado tem o direito de fazer isso para matar o reflexo criminoso?

Será que a execução do indivíduo seria um destino preferível?

Por fim, Kubrick nos mostra o caráter volúvel da opinião pública. Aqueles que elogiam os métodos do governo um dia estarão julgando-os.



Embora o conteúdo temático e a forma do enredo possui fundamentos inabaláveis, é o estilo que o eleva ao nível de obra instigante para um verdadeiro clássico.

Estilo sempre foi um dos pontos fortes de Kubrick. O diretor manteve a reputação de uma atenção obsessiva aos detalhes. A linguagem do filme é uma mistura de expressões comuns, com expressões shakespearianas.

A cenografia é impecável, sugerindo um futuro que é ao mesmo tempo familiar e estranho, onde os detalhes comuns da vida cotidiana são um pouco distorcidos.

Outro ponto forte é a trilha sonora com a 9ª Sinfonia de Beethoven, "The William Tell Overture" e "Singin' in the Rain" de Frank Sinatra.

Imagens distintas desempenham um papel importante nos filmes de Kubrick. Em "2001: Uma Odisseia no Espaço", as imagens foram essenciais. "Laranja Mecânica" não oferece o mesmo tipo de caleidoscópio visual, mas tem seus momentos. Um deles é o de quatro estátuas de Cristo crucificado posicionado de modo que eles parecem estar cantando em uma linha de coro. Outra é quando Alex estupra e mata uma mulher com uma escultura gigante de pênis. Um terceiro ponto seria as constantes imagens de mulheres nuas em posições submissas e obscenas ao longo de todo o filme.

"Laranja Mecânica" é um ícone no gênero de ficção e possui um material muito polêmico. É uma confusão ideológica, uma fantasia paranóica que aparece como um alerta orwelliano.

É um trabalho brilhante e obscuramente poético, capaz de encantar e causar desgosto. Precisa-se de um estômago forte para lidar com as cenas de violência. É um filme que, do início ao fim, escorre ironia. Por essa razão, Laranja Mecânica deve ser considerado um marco do cinema moderno.

Correlação entre Melodias e Memórias

- terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Sempre dizem que o cheiro é uma das mais eficientes chaves para desbloquear antigas memórias, mas muitas vezes eu acho que as músicas são muito mais potentes no sentido de nos fazer recordar algo. Mal posso contar o número de vezes em que isso aconteceu enquanto eu estupidamente ouvia playlists.

Uma faixa musical vem sobre mim e de repente sou atingida por um tsunami de emoções não solicitadas. Naturalmente, existem ocasiões em que uma música faz lembrar de uma instância do passado, mas geralmente é algo um pouco mais escuro, mais triste.

Em tempos de tristeza espera-se que a música venha confortar, mas muito tempo depois que as feridas aparentemente cicatrizaram, as canções permanecem como lembranças e janelas para o passado.

Eventualmente, a melodia que outrora proporcionava conforto, se torna uma Caixa de Pandora prestes a explodir, aguçando secretamente a dor escondida, brincando apenas com algumas cifras. Os acordes e as urdiduras familiares partem em um ataque de cortar o coração atingindo o espírito.

Noite única em que a música parecia ter a mesma sintonia e o mesmo ritmo da batida dos cílios, enquanto lutava-se contra as lágrimas... Noite com travesseiros manchados de lágrimas e um corpo enrolado firmemente sob camadas de cobertores... quase todas essas memórias tem o mesmo compasso associado a ela.

Ou era a música, com letras tocantes, que emitia a emoção inicial em si, ou era simplesmente a trilha sonora de um momento triste em que essas faixas permanecem em listas de reprodução inocentes cheias de potencial para rasgar o coração de qualquer um, a qualquer momento. E agora cada evasiva aleatória parece mais um jogo cruel de roleta russa.

Minhas impressões: Hulk vs. Thor e Hulk vs. Wolverine (2009)

- quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Semana passada eu assisti duas animações feitas em 2009 pela Marvel e pela Lionsgate: Hulk vs. Thor e Hulk vs. Wolverine... e pergunto: O que vocês fizeram??



Nunca na minha vida (além do live-action de "Iron Man") eu tinha sentindo e visto os personagens de uma HQ da Marvel ganharem vida com tanta precisão e tão perfeitamente realizado como nestes filmes divididos em duas partes. Não só eles são perfeitos, os criadores atualizam as imagens e os momentos das histórias em quadrinhos de uma maneira que você nunca imaginou ser possível para qualquer projeto de animação, muito menos para um filme de animação.

As duas histórias são independentes e não precisam serem assistidas em uma determinada ordem. Optei por ver Hulk vs. Thor em primeiro lugar. A animação e a arte da história do Thor é realmente melhor do que aquilo que eu esperava ver. No entanto, o que mais me chamou atenção foi a história: eu adoro a mitologia nórdica!

A trama geral gira em torno do "sono de Odin", onde Loki vê uma oportunidade para derrotar Thor. Com ajuda de Amora, Loki traz Bruce Banner para Asgard.



Amora faz um feitiço que separa Bruce Banner de ser alter-ego "Hulk", fazendo com que Hulk se torne uma criatura meramente destrutiva e sem um pingo de humanidade.

Como uma fã de Thor, confesso que fiquei um pouco irritada e chateada. Sim, o meu Asgardiano favorito sendo brutalmente e dolorosamente derrotado por Hulk? Ele é o deus do Trovão! Como Hulk poderia vencê-lo tão impiedosamente? Bem, eu sei que quando o Hulk fica furioso, fica mais forte, e quanto mais furioso, mais forte fica. Thor, por outro lado, tem uma limitação de seu poder. Ele não tem nenhum fator de "raiva" para ajudá-lo. Mas ele tem o Mjölnir!

Durante o tempo do sono de Odin, quando Odin precisa recarregar suas forças, ele está em seu ponto mais vulnerável. Todo tipo de vilão Asgardiano, de todos os cantos, tentam tomar Asgard e controlá-la. Mais apropriado seria trazer o Ragnarok, que praticamente sugaria todos os deuses. De qualquer forma, Loki vê em Hulk uma grande chance para derrotar o seu irmão Thor, por quem sente tanta inveja.

Thor sempre foi um bom combatente, protegendo seu pai, Odin. Com Thor cansado e o exército Asgardiano em baixa após uma grande batalha, Loki traz o Hulk de Midgard (Terra), na esperança de controlá-lo, para que ele possa finalmente derrotar seu irmão.

Loki tentando matar Thor? Loki controlando o Hulk? Sim, isso é absolutamente insano. Hulk sem um filtro, sem nenhuma barreira, sem nenhum elo humano, só tem uma coisa em mente: destruir tudo. E rapidamente Loki perde o controle sob Hulk. É triste ver a bela Asgard sendo destruída por Hulk e ver Thor tecnicamente morto. Felizmente, Amora se arrepende e salva Thor regiamente.

Agora não temos mais Hulk vs. Thor. Temos Hulk vs. Loki e Thor vs. Loki. Enquanto Sif luta com bravura contra o incrível e indestrutível Hulk, vemos Bruce Banner viver a ilusão de que tem uma vida tranquila ao lado da sua amada Betty. Porém, todos são reunidos em Hel, onde a filha de Loki, Hela, a deusa das profundezas do mundo dos mortos, luta para não perder almas e se zanga com o pai por ludibriá-la, o prendendo em Hel.

Thor consegue restabelecer a paz e Odin desperta de seu sono profundo. Bruce Banner regressa à Midgard.


Já Hulk vs. Wolverine é completamente diferente. É substancialmente mais sangrento que o primeiro. Hulk vs. Wolverine segue o exemplo do surgimento de Wolverine nos quadrinhos. O Departamento H, agência super-secreta do governo canadense, envia Wolverine em uma missão urgente para parar o Hulk, supostamente responsável por destruir várias aldeias, e de espalhar a sua fúria. Wolverine descobre rapidamente, porém, que não é o Hulk que está causando o tumulto: ele está fugindo dos mercenários superpoderosos Dentes de Sabre, Omega Red, Lady Letal e Deadpool. Os mercenários trabalham para o programa "Arma X", que há muito tempo sequestrou Wolverine/Logan, apagou suas memórias, e ligou ao seu esqueleto o adamantium, dando-lhe as garras de adamantium retráteis. Capturados pela equipe da Arma X e seu líder, Abraão Cornelius, Wolverine e Bruce Banner tentam fugir e Wolverine tenta despertar a máquina de raiva interior de Banner antes de entrar em combate com a equipe da Arma X novamente.



Logan descobre que Cornelius queria aproveitar a força brutal de Hulk em seus experimentos e criar uma arma indestrutível e incrivelmente forte.

De fato, Logan é o melhor no que faz, e o que ele não é muito agradável, mas além da luta real, não há muita história e Deadpool faz uma aparição magistral roubando boa parte do filme.

Enquanto Hulk desempenha um papel importante nesse recurso, algumas adições de última hora transformou essa simples animação em uma das adaptações mais sofisticadas das origens de Wolverine que já vi. Wolverine tem aparecido proeminentemente em um grande número de séries de animação, mas são poucas aquelas que abordam as suas origens e história. O meu entusiasmo não deve ser interpretado como sede de sangue, é uma questão de gravidade. O personagem é profundamente complexo, uma máquina de morte, ele é Wolverine.


Veredito:

São animações mais adultas, maduras, originais, atraentes. Temos a insensibilidade e arrogância do Wolverine e a honra do sentimental e romântico Thor.

Cenários belos, plano de fundo com bastante textura, personagens bem detalhados.

Apesar do título e dos "versus" dos títulos dos mini-filmes, Hulk me parece um personagem secundário no Hulk vs. Wolverine e Hulk vs. Thor.

Em Hulk vs. Wolverine, ele é um monstro "Frankenstein" incompreendido e perseguido por mercenários superpoderosos. Em Hulk vs. Thor, Hulk é apenas um peão passivo e reativo nos planos de Loki para derrotar Thor. Porém Bruce Banner passa muita emoção em seus conflitos. Consigo sentir a sua dor interna.

Mensurando, achei Hulk vs. Thor melhor que Hulk vs. Wolverine. O primeiro possui mais história. Fiquei bastante impressionada.

Mas se eu tenho qualquer queixa real a fazer, seria quanto ao tempo de execução. Acho que um maior tempo de execução beneficiaria mais as histórias. Tirando isso, achei as tramas fascinantes e promissoras.
- quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Mickey Mouse contempla o suicídio: Tira de quadrinhos real do Mickey Mouse feita por Floyd Gottfredson, baseado em um conceito original do próprio Walt Disney. (Outubro de 1930)

Deus! Eu nunca pensei que a Minnie se apaixonaria por outra pessoa. Eu não posso acreditar que a vejo beijando aquele vigarista! Meus olhos devem estar enganados! Todo mundo parece feliz! Por que o mundo tem que cair em cima de mim? Ah, qual é a utilidade? Ela não se importa comigo. O que há para viver? Sem Minnie, eu poderia muito bem acabar com tudo.

Super-heróis ~ DC Comics

WHAP!

Não tão rápido o bastante, aparentemente.

Revivendo a minha infância!



Batman ♥ Catwoman

Mil e uma coisas que eu quero em um amor #7



#7:

Alguém que faz da minha realidade melhor do que meus sonhos.

Mil e uma coisas que eu quero em um amor #6


#6:

Alguém que peça desculpas primeiro.

Google homenageia Júlio Verne

- terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Qual não foi a minha surpresa ao abrir a página inicial do buscador Google hoje e me deparar com o logotipo interativo feito em homenagem ao grande escritor francês de ficção científica Júlio Verne, que permite "explorar" o fundo do oceano.

O logo simula a visão do fundo do mar a partir do Nautilus, submarino que Verne imaginou em sua obra "20 Mil Léguas Submarinas".

Movimentando as alavancas é possível controlar o submarino e explorar um fundo do mar onde se podem encontrar tesouros, mergulhadores e alguns exemplos de vida marinha.

Júlio Verne nasceu em 1828 e morreu em 1905. Estaria fazendo 183 anos se fosse vivo. Amei a homenagem.

Batman x Star Wars? Batwars!

- segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011


Só é preciso um dia ruim para reduzir a sanidade de um homem à loucura. Isso é o quanto o mundo está longe de onde eu estou: Apenas um dia ruim. - Joker


A música é capaz de reproduzir em sua forma real, a dor que dilacera a alma e o sorriso que inebria - Beethoven


Posso segurar sua mão?
Não.
Mas por quê?
Porque vai doer muito quando você soltá-la.


Estes livros deram a Matilda uma mensagem de esperança e conforto: Você não está sozinha.

Qualquer semelhança comigo...



... é mera coincidência.

Do Androids Dream of Electric Sheep? - Philip K. Dick

- sábado, 5 de fevereiro de 2011


Primeira edição publicada em 1968

Duna (Dune), 1984



Kyle MacLachlan

Johnny Mnemmonic, 1995

"Valentine's Day" Científico



Marie Curie: "Meu coração irradia por você."



Carl Sagan: "Universalmente atraente."



Alan Turing: "Decodifique meu coração."



Ada Lovelace: "A vida não computa sem você."



Outros:

Stephen Hawking: "Você faz o espaço-tempo parar."

Nikola Tesla: "Você é elétrico(a)."

Werner Heisenberg: "Eu estou certa(o) sobre você."

Brian Cox: "Quando corações colidem."

Via: etsy.com


* Recomendado por: Matheus Gaudêncio

Sobre o bigode e afins

Durante séculos, o bigode tem sido um símbolo de dignidade e prestígio. Portadores dessa forma magnífica de pêlos faciais são tipicamente régios ou altamente inteligentes (ver Darwin, Einstein, Planck,...).

Curiosamente, os proprietários de pêlos acima do lábio superior, muitas vezes falam com sotaques peculiares. Os cientistas explicam este fenômeno: a teoria é que os folículos capilares que crescem acima do lábio superior têm raízes profundas que se espalham ao redor da caixa de voz, acrescentando entonações distintas nas vozes dessas pessoas.

Historicamente, a incapacidade de crescerem bigodes em mulheres causou terrível desigualdade de gênero. Falta de privilégios de voto e a desigualdade de oportunidades no mundo do trabalho para as mulheres podem ser facilmente rastreadas até o fato de que elas não podem produzir bigodes tão completos e tão majestosos como os homens podem.

O máximo que as mulheres podem fazer é fingir, inutilmente, por um momento fugaz, que compartilha a honra e o privilégio triunfante de ter um bigode.

- quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Esse é um velho truque que ainda funciona :D

Carrie Fisher e Mark Hamill: The Empire Strikes Back



Princesa Leia e Luke Skywalker

13 de novembro de 1978: Harrison Ford e Carrie Fisher, no intervalo das filmagens de "The Star Wars Holiday Special" quando o fotógrafo pegou este bonito momento.

Star Trek: The Motion Picture

Phase II Enterprise Design

Star Trek: Kirk e Spock

X-Files: Fox Mulder e Dana Scully



David Duchovny e Gillian Anderson

X-Files: Fox Mulder e Dana Scully

David Duchovny e Gillian Anderson
- quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Hey, Arnold!



Arnold e Ruth

William Shatner e Leonard Nimoy



A dupla implacável de Star Trek: Os eternos Kirk e Spock :)

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