E o horror foi chamado... Golem!

- sexta-feira, 29 de maio de 2009


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Conta-se que, no século XVI, em Praga, hoje atual República Tcheca, na Europa Oriental, havia um rabino chamado Yehudah Ben Bezalel. Diz a tradição que era um homem corpulento e de enorme estatura. Mas sua principal marca era seu vasto conhecimento, que o tornou conhecido como o Grande Rabino de Praga. Era bastante estudioso, e muitos também o temiam, porque corriam histórias de que era versado, não apenas em religião, mas também em magia.
Em praga, como em muitos lugares, por essa época, os judeus eram bastante perseguidos. Vez por outra, os bairros em que viviam eram invadidos, quando então se praticava todo tipo de violência, inclusive o confisco de bens e assassinatos em massa.
O rabino Bezalel, é claro, sofria muito com essa situação. Um dia, reuniu outros rabinos e lhes disse:
- Precisamos de alguém que nos proteja. Que imponha medo a esses que nos aniquilam. Temos direito a viver em paz, praticando nossa religião.
- Mas do que está falando, rabi Bezalel? - indagou outro rabino. - Quem pode ser esse protetor?
- Um Golem! - respondeu o rabino Bezalel, causando um estremecimento nos demais.
- Blasfêmia! - exclamaram alguns. - Você não está falando de uma criatura de Deus, mas de uma aberração.
- Isso é magia negra! - protestou outro.
- Rá! Um Golem! - Desdenhou mais um. - Isso não passa de uma lenda.
Em escritos muito antigos do misticismo judeu, vez por outra o Golem era mencionado. Um ser criado pelo homem, mas sem alma. Um escravo obediente, e mesmo assim uma criatura insondável, assustadora.
- O Golem não é uma lenda - disse serenamente o rabi Bezalel. - Possuo livros que falam dele e sei como invocá-lo. Não será a primeira vez que um Golem é criado.
- E esses seus livros dizem que castigo sofreram os que se atreveram a fazer isso? Só Deus pode criar a vida.
Todos ficaram em silêncio por instantes, com o rabi Bezalel encarando firmemente cada um deles. Então, ele disse:
- Não estou dizendo que não há riscos. Mas e a situação em que estamos? O que temos a perder?
- Nossa alma! - prostestou nervoso outro rabino, levantando-se. E a seguir retirou-se da sala.
Um por um os demais rabinos o imitaram, menos um, que ainda aproximou-se de Bezalel e lhe disse:
- Rabi Bezalel, cuidado! Poder fazer uma coisa não significa que ela deva ser feita. Principalmente quando estamos conclamando poderes sobre os quais não temos conhecimento verdadeiro. Nesses casos, podemos ter a ilusão de que tudo está sob controle, mas, se estivermos enganados, só perceberemos muito tarde. E então a calamidade cai sobre aquele que se agarrou mais do que podia.
- Seu conselho é sábio Leon - disse o rabi Bezalel, com um suspiro.
O rabi Leon ficou observando seu colega por um momento, depois balançou a cabeça, desalentado -, sabendo que não conseguiria convencer Bezalel -, e retirou-se também.
Três noite depois - uma noite sem lua -, o rabi Bezalel descia até a margem de um rio próximo, levando um carrinho e uma pá. Poucas horas depois, voltava, tendo o cuidado de tomar caminhos onde não seria visto. O carrinho estava carregado com barro fresco, e o rabi levou-o direto para o porão de sua casa.
Lá, já havia um molde feito de madeira, com um contorno que lembrava um ser humano. O rabino despejou o barro no molde e, a seguir, trabalhou nas feições do boneco, fazendo orelhas, olhos, nariz e boca. Depois, espalhou velas rituais por toda a volta do molde, e as acendeu.
Sentou-se por um instante e suas mãos tremiam.
"Agora é o momento! Mas será que devo?..."
Ele hesitou por mais de uma hora, olhando o boneco inanimado. Um terror gelado percorria sua espinha, irradiando-se por suas entranhas. Sentia o peito apertado. Finalmente, pegou um pedaço de papel e um bastão de carvão com a ponta feita, e suspirou:
- Que Deus me perdoe, se eu estiver errado!
No pedaço de papel escreveu o nome secreto de Deus, aquele que ninguém deveria pronunciar, um segredo sob a guarda dos rabis, de sua família há séculos. Bezalel recebera esse segredo de seu pai, à beira da morte, com o juramento de que jamais poderia revelá-lo, nem usá-lo de modo algum.
- Lembre-se - sussurou-lhe seu pai, instantes antes de morrer. - O mal não está no conhecimento, mas no uso que os homens fazem dele. O que é usado para o bem é bom. O que é usado para o mal traz desgraças. Só que nada foi ensinado até hoje que nos permita distinguir sempre o que é bom e o que é mau. Isso, na verdade, cada um lê com seu próprio coração.
A seguir, o ancião moribundo emitiu um suspiro, olhando para a chama da vela que ardia junto ao seu leito, refletindo um pouco. Por fim, se decidiu, e completou o que dizia:
- Não sei se esta revelação se trata de uma benção ou de uma maldição, e espero que você não venha descobrir.
O rabino lembrou-se da cena e das palavras, como se o seu pai estivesse ao seu lado, pronunciado-as. Ao terminar de escrever o nome no papel, não eram apenas suas mãos que tremiam, mas o corpo inteiro.
Ao mesmo tempo, lembrou-se também dos gemidos de dor e lástima de seu povo, quando os soldados invadiam os bairros judeus. Das labaredas queimando as casas, do choro das mães que haviam perdido seus filhos, dos filhos deixados sem pai, das viúvas. E isso fez as feições de seu rosto endurecer.
Bezalel dobrou rapidamente o papel e enfiou-o na boca do boneco de barro. Depois, deu sete voltas, caminhando da direita para a esquerda, em torno do molde, pronunciando um encantamento, também muito antigo.
Ao terminar, subiu as escadas do porão, trancou a porta e passou a noite rezando.
Um mês depois, novamente uma noite de lua, os homens postados de guarda na entrada do bairro judeu deram o alarme. Os soldados vinham se aproximando com suas tochas, seguidos de uma multidão de habitantes, todos clamando que os judeus haviam raptado uma criança para sacrificá-la em rituais de sangue.
Não era a primeira vez que se levantava uma acusação como essa, e os judeus se preparavam para o pior. Os soldados foram parando nas portas das casas. Primeiro, vinha o saque, enquanto os moradores eram espancados, alguns até a morte; depois a casa era queimada.
De repente, descendo a rua, veio se aproximando devagar uma figura de grande estatura. Os soldados detiveram-se, com suas armas em riste, mas aos poucos, quando as tochas começaram a iluminar as feições e o corpo da criatura, foram entrando em pânico, e logo quase todos fugiram em debandada. Não era um homem, nem um animal, mas um imenso corpo feito de matéria escura, que se assemelhava a um ser humano, tinha braços, pernas e uma expressão vazia. Era fortíssimo - os dez ou doze soldados que ficaram para enfrentá-lo foram destroçados. A seguir, tão misteriosamente quanto surgiu, ele desapareceu na noite.
Mais soldados vieram, noites depois, e novamente Golem os afungentou, matando diversos deles. Os judeus também estavam apavorados. Diziam nas ruas que quem havia visto a figura horrenda jamais deixaria de ter pesadelos.
- É uma criatura sem alma! - comentavam. - É só vê-lo para perceber isso!
- Mas está nos socorrendo -, contestavam outros.
- Sim, mas até quando? Além do mais, vão mandar mais e mais soldados contra nós, até nos destruírem. Quantos exércitos o monstro poderá enfrentar?
O rabino Bezalel também estava sobressaltado. A princípio, toda vez que descia ao porão, encontrava o Golem, com seus olhos vazios, simplesmente observando-o fixamente, e sempre imóvel, num canto, como se o aguardasse para tomar vida. A criatura continuava lhe causando arrepios, mas era tão obediente, só agindo de acordo com suas ordens, que o rabino resolveu acalmar seus receios. Uma noite, entretanto, encontrou-o de pé, examinando o molde de onde fora feito. Mal o rabino entrou, o Golem voltou-se para ele.
O rabino poderia jurar que aqueles lábios cor de barro haviam se mexido sutilmente, como se quisessem pronunciar uma palavra. E nos olhos da criatura, naquele instante, percebeu um brilho de compreensão como se fosse capaz de ligar o molde e madeira ao rabi que o criara.
Além disso, o Golem crescia. Já tinha duas vezes o tamanho do rabino, tornara-se mais forte e ganhara certa leveza de movimentos, como se estivesse aprendendo também a controlar seu corpo. Gradativamente, o Golem foi se revelando capaz de desenvolver mais e mais habilidades, mas o que mais desconcertava o rabino era que seus olhos o fitavam, agora, cheio de indagações.
O rabino jamais entabulara uma conversação com o Golem. Tudo o que fazia era descer ao porão, dar-lhe uma ordem, verificar se ele saía sem ser visto, e aguardar seu retorno, sem nenhum comentário. Certa noite, entretanto, numa dessas saídas, alguém surgiu de repente, barrando o caminho do Golem.
- Leon! - exclamou surpreso Bezalel.
O rabi Leon fitava o Golem cheio de horror. A figura permanecia imóvel, como que aguardando ordens.
- Você se atreveu... - murmurou afinal Leon.
- Não conte para ninguém, Leon, pense. Os soldados agora cercaram nossos bairros. Precisamos dele mais do que nunca.
- E onde isso vai parar, Bezalel? O que vai ser de nós, agora, dependendo de uma criatura do demônio para nos defender? Você o ensinou a matar. O que pode esperar dele?
- O Golem não é uma criatura do demônio. O que lhe dá vida é o nome secreto de Deus - disse Bezalel impensadamente. E no instante seguinte arrependeu-se de suas palavras. O rabino Leon recuou alguns passos, encarando Bezalel, agora com mais espanto do que havia em seu olhar para o Golem. Por todo o sempre, os judeus haviam adorado seu Deus sem lhe conhecer o nome -, diferente de tantas outras religiões antigas. O nome de Deus não era para entrar na posse de nenhum mortal.
- Então a criatura do demônio é você, Bezalel. E esse monstro... - disse o rabino sacanda uma adaga de dentro do paletó escuro - ...precisa ser contido!
Com um salto, Leon cravou a adaga no peito do Golem. A criatura nem sequer se moveu. Olhou curioso para a lâmina enfiada em seu peito, depois para o rabino Leon, que parecia paralisado; então um dos braços do Golem se ergueu, sem que a expressão do rosto do monstro mudasse, e ele agarrou a garganta de Leon.
O rabino se debatia, enquanto o Golem ia apertando aos poucos os dedos, como se experimentasse quanto de força precisaria empregar até que ele parasse de se mover.
- Não! - gritou Bezalel. - Não o mate. Ele não é nosso inimigo. Pare!
Bezalel estava horrorizado. Nunca vira o Golem matar e não imaginara com que frieza, privada de humanidade, ele cometia esse ato. Então, o Golem se voltou para ele, ainda pressionando a garganta de Leon, que tossia e tinha o rosto azulado, seus braços quase sem força, tentando ainda afastar a mão da criatura. E o Golem disse:
- Eu mato humanos...; então, também posso me tornar...humano.
O rabino Bezalel sofreu um baque que o fez cair de joelhos. O Golem havia falado. Era a primeira vez que o escutava e aquela voz, saindo dos seus lábios, era uma profanação que Bezalel não queria pensar quer pudesse ter cometido. De repente, compreendeu todo o horror que estava à sua frente. Enquanto o Golem apenas se movia e olhava inerte o mundo ao seu redor, Bezalel podia pensar que não era nada mais do que um cão de guarda fiel. Mas agora a criatura havia desenvolvido vontade.
- Não quero... ser... um monstro. Não quero ser... escravo. Quero ser... gente! - disse o Golem, com uma fala arrastada, e Bezalel murmurou, em desespero surdo:
- Meu Deus!
Então, uma luz cruzou rapidamente seus pensamentos, como se a invocação o tivesse inspirado, e Bezalel disse, erguendo-se:
- Sim, eu posso fazer isso...; com outro encantamento. Mas agora largue Leon. Por favor, não o mate.
Os dedos do Golem se abriram, e o rabino Leon tombou no chão, contorcendo-se, buscando desesperadamente respirar. O rabino Bezalel agora tranquilo, aproximou-se do Golem e ordenou:
- Abra a boca, Golem! Vou fazer o encanto que poderá torná-lo um ser humano.
O Golem refletiu por um instante, ainda lento em seus pensamentos e reações, depois abriu a boca e, atendendo a um gesto de Bezalel, agachou-se um pouco.
No que viu a boca da criatura aberta, à sua frente, Bezalel rapidamente enfiou os dedos nela e puxou o pedaço de papel onde estava escrito o nome secreto de Deus.
No primeiro instante, os olhos do Golem se arregalaram, espantados. Depois, o brilho que havia neles apagou-se, e o corpo inteiro perdeu sua forma, esparramando-se no chão. O Golem não existia mais, voltara a ser barro inanimado.
Bezalel foi então socorrer Leon, que aos poucos se recuperava. Mas ele vira tudo acontecer:
- Acabou-se? - perguntou, ainda trêmulo, nos braços de Bezalel.
- Sim, acabou-se - suspirou Bezalel. - Menos para mim. Nunca vou esquecer o que fiz.
Naquela noite, ocorreu uma nova invasão dos bairros judeus. Era uma horda de soldados amedrontados, esperando a todo momento ver surgir da penumbra a figura maldita sobre a qual seus companheiros de incursões anteriores haviam relatado. E por causa desse medo foram mais brutais do que nunca contra os judeus.
E a partir daquela noite, também o rabino passou a orar obsessivamente, não para ser perdoado por seus atos, coisa que não acreditava ser possível, mas para que o nome mágico e secreto de Deus fosse apagado de sua mente.

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Extraído de: "Monstros mitológicos" - Luiz Antonio Aguiar.

Taller than Trees

- segunda-feira, 25 de maio de 2009

Taller Than Trees from Joseph Mann on Vimeo.

O desenho mais importante da história?

- sábado, 2 de maio de 2009
É difícil escolher entre os desenhos animados criados até hoje quais seriam os mais importantes. Mas a seguir temos a seleção de 10 produções que marcaram a história da animação.

*Obras-primas inesquecíveis*

1- PRIMEIRO DESENHO ANIMADO

HUMOROUS PHASES OF FUNNY FACES (1906)

Para produzir os três minutos da pioneira animação, o inglês James Stuart Blackton fez 3 mil desenhos e os fotografou quadro a quadro. Munida de giz, a mão do artista aparece no desenho rabiscando caretas, homens de perfil e vários objetos. Com o sucesso, a produtora encomendou a Blackton uma série de desenhos para o cinema.



2- PRIMEIRO DESENHO COM SOM

STEAMBOAT WILLIE (1928)

No desenho que celebrizou o camundongo Mickey, o próprio Disney regeu a orquestra responsável pela trilha sonora e fez a voz do ratinho, criado no mesmo ano em duas animações mudas que passaram quase despercebidas. A estréia sonorizada impulsionou o personagem ao estrelato: em apenas um ano, Mickey ganhou mais 15 desenhos.



3- PRIMEIRO DESENHO TRANSMITIDO PELA TELEVISÃO

O GATO FÉLIX (1930)

Lançado pelo americano Otto Messmer e pelo australiano Pat Sullivan, o risonho gato preto apareceu pela primeira vez na animação Feline Follies ("Folias Felinas"), de 1919. Félix foi o maior astro dos desenhos da era muda, mas não conseguiu sobreviver ao cinema sonoro. Apesar do fracasso nas telonas, a animação teve o privilégio de ser a primeira a ser transmitida pela televisão, em 1930.



4- PRIMEIRO DESENHO COLORIDO

FLOWERS AND TREES (1932)

Em 1932, Disney foi à Technicolor, empresa que tinha criado um sistema para usar cores em filmes, e pediu-lhes exclusividade por dois anos. O primeiro resultado da parceria foi Flowers and Trees ("Flores e Árvores"), o pioneiro desenho colorido, que deu a Disney um Oscar no primeiro ano em que foi criado um troféu específico para celebrar a animação.



5- PRIMEIRO LONGA DE ANIMAÇÃO

BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES (1937)

Além do título de primeiro longa-metragem, a animação é também considerada uma das mais belas da história. Para finalizá-la, 800 artistas produziram mais de 1 milhão de desenhos, dos quais cerca de 250 mil foram usados. A inovação foi um sucesso de público (em números de hoje, a bilheteria ultrapassaria 6 bilhões de dólares), e rendeu a Disney um Oscar especial, acompanhado por outras sete mini-estatuetas.



6- PRIMEIRO DESENHO BRASILEIRO

SINFONIA AMAZÔNICA (1953)

O primeiro desenho brasileiro é um longa-metragem, dirigido por Anélio Lattini Filho. Para concluir o filme, o diretor demorou seis anos, trabalhando sozinho na elaboração de 500 mil desenhos e em todas as etapas da produção. Considerado pelos críticos uma obra-prima da animação nacional, o filme conta lendas folclóricas da região Norte do país.


7- PRIMEIRO DESENHO EXIBIDO EM HORÁRIO NOBRE

OS FLINTSTONES (1960-1966)

A família pré-histórica de Bedrock foi criada em 1960 pelo estúdio Hanna Barbera, tornando-se a primeira série animada exibida em horário nobre na TV americana. A popularidade garantiu seis anos de duração às confusões de Fred, Wilma, Barney e Betty, além de inspirar a criação de Os Jetsons (1962), uma espécie de Flintstones do futuro.



8- A SÉRIE ANIMADA MAIS DURADOURA

OS SIMPSONS (desde 1989)

Criada pelo desenhista Matt Groening, essa família maluca estreou em vinhetas nos Estados Unidos em 1987. Dois anos depois, Homer e companhia ganharam um série que já entrou em sua 20a temporada, com mais de 300 episódios produzidos. Transmitido em 70 países, o programa já levou para casa 18 prêmios Emmy, o mais prestigioso da TV americana.


9- MAIOR BILHETERIA

O REI LEÃO (1994)

Somando as bilheterias do mundo todo, o filme faturou mais de 783 milhões de dólares, cifra que lhe dá o troféu de animação mais vista e de 11a bilheteria da história. Inspirada na peça Hamlet, do dramaturgo inglês William Shakespeare, a saga do leão Simba detém outro recorde, o de vídeo mais vendido de todos os tempos, com 55 milhões de cópias.



10- PRIMEIRO DESENHO EM COMPUTADOR

TOY STORY (1995)

Dirigido por John Lasseter, o primeiro desenho animado feito totalmente em computador foi produzido em uma parceria entre os estúdios Disney e Pixar, a um custo de 30 milhões de dólares. O sucesso das aventuras do astronauta de brinquedo Buzz Lightyear credenciou os produtores a lançar uma seqüência bem-sucedida, Toy Story 2, de 1999.


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